Re: Universidade: equilibrar ou acentuar o preconceito lingüístico?

From: António Marques (m.ap_at_sapo.pt)
Date: 03/15/05


Date: Tue, 15 Mar 2005 22:13:07 +0000

dawnjessy@yahoo.com wrote:

> (...)
> A gramática normativa aplicada ao ensino escolar brasileiro é baseada
> nas regras do português de Portugal e não leva em conta o uso do
> nosso português.

Sorry, that's not true. It may not reflect the spoken language (as happens
in every country in this world, including Portugal), but that does not mean
it is modelled after the portuguese usage. Formal brazilian portuguese has
quite a distinctive tone from its portuguese counterpart.

> A diversidade da língua falada aqui não é
> respeitada, e mais, é rejeitada por aqueles que estudam anos a
> gramática prescritiva/normativa. Para esses, o falar das pessoas com
> menos instrução é considerado errado e não apenas inadequado
> comparado às regras gramaticais.

...como em qualquer pais do mundo.

> gramatical de Portugal, as normas que aprende-se na escola não
> correspondem, em grande parte, à língua que falamos e escrevemos no
> nosso país.

The brazilian language isn't uniform throughout Brazil. Not everybody says
'us mininu vai na escola'. Without a formal standard it might as well break
apart.

Follow-ups removed.

-- 
António Marques
Those "An[n]edot[t]i" are like "Anon", an entry in a Spanish
dictionary of the occult which Don Lay*** once showed me, and
where "Anon" was described as a prolific English writer of
occult books.
  -- Jacques Guy, Esq.

Quantcast